Keimelion, revisores acadêmicos

A Editora Keimelion é especializada em revisão de textos de todos os gêneros literários e científicos: teses, dissertações, monografias, artigos, relatórios; fazemos também a preparação de textos, composição, criação de capas e providenciamos a edição de trabalhos acadêmicos em forma de livro a ser impresso sob demanda.
Contato:
keimelion@gmail.com
Fones:

(11)9191-5091ou (31)3244-1245

Esta Editora Keimelion possui vasta experiência nos trabalhos que executa, já havendo prestado serviços a prestigiosas instituições, como o Instituto René Rachou, Fundação de Desenvolvimento de Pesquisa (FUNDEP) e o Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (CEDEPLAR) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Fundação Educativa de Rádio e TV de Ouro Preto (ligada à UFOP), bem como a numerosos pesquisadores, em caráter pessoal.
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Em nenhuma hipótese elaboramos trabalhos de graduação ou pós.

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    2 de dezembro de 2009

    Impressão sob damanda


    A impressão sob demanda é um sistema moderno de editoração indicado para obras de pequena tiragem e que, pela internet, pode alcançar o grande público, encontrando aquela pessoa bem distante que se interesse pelo assunto do texto.

    As vantagem são muitas:
    • Custo editorial baixíssimo.
    • Distribuição pela internet.
    • Lançamento imediato.
    • Acesso pelos mecanismos de busca.
    • Sem burocracia.
    Há alguns aspecto negativos:
    • Custo por exemplar acima da média.
    • Impressão e preto e branco.
    Em nossa opinião, colocadas as alternativas de edição custeada pelo autor em gráficas de pequeno porte, a indicação de edição pelo sistema de impressão sob demanda é apresentada a nosso cliente inclusive como meio de divulgação da obra que pode vir a ser editada pela forma tradicional mais tarde.
    Para publicação sob demanda, é necessária a preparação do texto, isso consiste em aplicar-lhe uniformidade e adequação ao formato de livro. Em seguida, faz-se a composição, que é a criação de uma apresentação gráfica, produzindo-se um arquivo publicável. A Editora Keimelion presta esses serviços a seus clientes ao custo médio de R$150,00 - considerando-se uma texto de aproximadamente 150 página e 10 a 15 imagens, gráficos ou tabelas. O custo é somente este, caso o texto esteja revisado.
    Se for necessária a revisão, será feito um orçamento separado.
    Feito o trabalho, disponibilizamos o arquivo para o cliente, que pode publicá-lo diretamente em alguma editora virtual ou cuidamos disso nós mesmos, sem custo adicional; nesse caso fazemos inclusive a divulgação pela internet, tornando a obra acessível pelos mecanismos de busca (Google e.g.). No caso de o cliente deixar por nossa conta a publicação e divulgação, cuidamos da capa também; caso contrário a capa fica por conta do cliente.
    É tudo bastante simples e possibilita de forma rápida e eficiente a obtenção de poucos exemplares impressos, para o cliente ter e para distribuir.
    O autor obtém os exemplares impressos diretamente no site em que o trabalho estiver disponibilizado, ao custo da impressão e, eventualmente, remessa.
    Vejam nos posts anteriores trabalhos nossos e de clientes que já estão disponíveis.

    25 de novembro de 2009

    Cliente publicando

    Maria Dolores Pinto Araújo:
    Escola, criança favelada e socialização


    "Analisamos aqui as condutas sociais de alunos residentes em favelas, bem como as ações e reações da escola diante dessas condutas, buscando identificar possíveis semelhanças e diferenças entre alunos cujas famílias, apesar de residirem em favela, ocupam posição social distintas. As condutas sociais apresentadas pelas crianças faveladas expressam uma hierarquia pouco evidente, mas presente, de posições sociais que as diferenciam e de que os padrões sociais aceitos pelos professores reforçam essa hierarquia. Utilizaram-se como aporte teórico as contribuições de Pierre Bourdieu, especialmente no que se refere aos conceitos de capital cultural e habitus, para análise dos padrões de condutas colocados em ação por crianças moradoras de favela em ambiente familiar e na escola. O procedimento básico foi a observação sistemática do comportamento natural dos padrões de condutas dos alunos em diferentes momentos de sua vida no lar, na vizinhança e na escola. Foram selecionadas três alunas e três alunos de uma escola estadual, localizada na Região Sul da cidade de São Paulo, cuja maioria do alunado é residente de favelas da região. O principal achado foi a constatação de uma espécie de homologia entre as condições e práticas sociais da escola com as crianças cujas famílias possuem “posição social mais elevada”, embora uma delas tenha conseguido romper este círculo vicioso e, apesar de ser uma das mais pobres entre os sujeitos pesquisados, conseguir obter bom rendimento e relativa aceitação na escola."
    Pode ser adquirido no Clube de Autores.


    24 de novembro de 2009

    Publicação de nosso cliente

    OS JOGOS DE LINGUAGEM
    E A CRÍTICA AO REPRESENTACIONISMO

    Marcos Roberto Huk

    Este trabalho descreve como, pela noção de jogos de linguagem de Wittgenstein, se pode criticar o representacionismo, isto é, a tese de que a representação é o núcleo do pensamento e essencial para a proposição. Dá-se ênfase às Investigações Filosóficas para questionar a tese de que a mente representa o mundo e de que sem ela não há conhecimento. Wittgenstein concebe a linguagem como comportamento guiado por regras e, por isso, a proposição não é o núcleo da linguagem nem se reduz à figuração de estado de coisas, tampouco fixa o que há de comum entre a figuração e o afigurado. O uso de jogos de linguagem mostra que o fascínio da representação como algo mental pode ser dissolvido pela normatividade da gramática. No novo modo de conceber o funcionamento das proposições está implícita uma crítica à redução daquelas ao modelo adotado no Tractatus. Também a concepção de representação, presente tanto no internalismo como no externalismo, sofre um abalo pela consideração da gramática do representar, que dispensa todo transcendentalismo. A linguagem não se reduz à função pictórica do mundo e o significado depende do uso. O jogo do representar pode exigir o uso da proposição. Assim, nesta dissertação, a partir da revolucionária concepção de jogos de linguagem, queremos mostrar que a representação não pode ser separada de atividades da linguagem e isso implica em crítica à concepção transcendentalista de conhecimento e também dispensa a relação pictórica do paralelismo linguagem/mundo.

    Pode ser adquirido pelo Clube de Autores.

    9 de novembro de 2009

    Ordem alfabética


    Há vários empregos para a ordem alfabética; no mínimo para ordenar os itens das referências ou da bibliografia. Ocasionalmente surgem dúvidas. Aqui há alguns critérios que pode ser óbvios, mas há também detalhes que suscitam dúvidas.
    1. O básico: palavra por palavra, letra por letra, até o final de cada palavra. Ex.: Lourdes, Lurdes ou Márcia, Maria.
    2. O último sobrenome e, só depois, o nome.Obs.: As partículas de, da, do, d', não são consideradas. Ex.: Coralina, Cora; Franco, Siron; Rosa, João Guimarães.
    3. Prefixos escritos com maiúsculas integram o sobrenome. Ex.: Da Vega, Lopes; De Gaulle, (General) Di Marco, João
    4. Como precedente, o sobrenome isolado e igual a outro seguido de inicial ou de outro nome por extenso. Ex.: Holanda, (depois) Holanda, B., (e depois) Holanda, Buarque.
    5. Abreviaturas por extenso quando se sabe o que elas significam. Ex.: C.B.F. = Confederação Brasileira de Futebol.
    6. Nomes de empresas e instituições governamentais como se apresentam. Ex.: Banco do Estado de Goiás; Ministério da Educação; Souza e Souza S.A.
    Observações
    • Títulos honoríficos, artigos iniciais, etc., não devem ser considerados para efeito de arquivamento e devem vir depois do nome, entre parênteses. Ex.: British Brodcasting Corporation (the); Nascimento, Nilton (Professor); Rezende, Iris (Governador); Sarney, José ( Presidente)
    • Exceção: Se o artigo integrar o nome, faz-se a entrada pelo artigo. Ex.: A Garota de Ipanema
    • Sobrenomes com as palavras São, Santo, Santa são indispensáveis: Ex.: Santa Rosa, José (Professor)
    • Nomes de idiomas pouco conhecidos entre nós são arquivados como se encontram: Ex.: Yasunari Kawabata; Yukio Mishima
    • Reuniões, congressos, conferências e semelhantes, quando precedidas por ordem numérica, são arquivadas como se apresentam. A ordem numérica aparece no final, entre parênteses: Conselho de classe (3º); Encontro Nacional de Orientadores Educacionais (V); Jornada Pedagógica (1ª)

    Recomendações dos orientadores


    • Recomenda-se o uso da terceira pessoa do singular e da voz passiva na linguagem científica, que deve ser, o mais despersonalizada possível. O relatório final é redigido no passado, admitindo-se o uso presente quando for apropriado. No projeto de pesquisa, tese ou dissertação, emprega-se o tempo futuro, pois o texto refere-se a intenções e não a fatos já consumados, como é o caso do relatório final.
    • Evitem-se expressões taxativas. Por exemplo, não diga que "o resultado do teste da hipótese provou", prefira: "dado o caráter probabilístico inerente à estatística de inferência, pode-se afirmar que o resultado do teste da hipótese apresentou evidências de que…"
    • Recomenda-se, também, cuidado no uso de sinônimos. Embora louvável, pois a variedade de termos evita repetições e embeleza o estilo, o leitor poderá ter dúvidas quanto à intenção do autor quando ele introduz novos termos.
    • Períodos curtos são de compreensão mais fácil que os longos, mas o autor experiente saberá manter-se entre o estilo telegráfico e outro mais longo, entre a pobreza de expressão e a excessiva qualificação, imprópria ao discurso científico. O essencial, entretanto, é que cada período seja compreendido facilmente, sem que seja necessário ao leitor reportar-se a exposições anteriores.
    • Ao mesmo critério deve obedecer a extensão dos parágrafos. Embora as ideias devam fluir livremente, se a matéria for longa demais merecerá reorganização para que, sem quebra da lógica e da clareza, possa ser distribuída em parágrafos cuja extensão ofereça conforto ao leitor, inclusive visualmente.
    • Estes são alguns dos princípios a que deve atender a boa redação científica. Não devem ser rigidamente observados a ponto de sufocarem o estilo pessoal. Essas indicações são de grande valia, mas nada dispensa a revisão profissional em texto de responsabilidade.

    5 de novembro de 2009

    Casos especiais de crase

    • Há crase antes de palavras masculinas se estiver subentendida a expressão à moda de ou à maneira de: móveis à Luís 15, filé à Chateaubriand. Também se pode dizer Vou à João Mendes. Neste caso, está subentendido o termo praça.
    • A crase também deve ser usada em locuções adverbiais com termos femininos: às vezes, às pressas, à primeira vista, à medida que, à noite, à custa de, à procura de, à proporção que, à toa, à uma hora (uma é numeral e não artigo indefinido). Nestes casos, a regra geral de substituir por palavra masculina não funciona.
    • Em outras locuções, como à vela, à bala, à mão, à máquina, à vista, o uso da crase é optativo. Serve para esclarecer o sentido da frase. Receber a bala pode significar receber a bala no corpo ou receber os visitantes à bala. Aqui também não funciona a regra geral de substituir por palavra masculina.
    • Nomes de países ou cidades femininos que normalmente dispensam o artigo levam crase se estiverem qualificados: Voltou à Roma de César; Viajou à bela Paris.
    • É possível usar crase em pronomes demonstrativos aquele, aquilo, aquela, a, as: Ele não se referiu àquele deputado; O presidente se dirigiu àquela casa; O padre nunca se adaptou àquilo; A capitania de Minas Gerais estava ligada à de São Paulo; Falarei às que quiserem me ouvir. Haverá crase se houver necessidade do uso de preposição antes do pronome.
    Até as/ até às
    Nunca se usa até às, embora alguns gramáticos admitam essa forma. Até já é preposição, dispensa a preposição a da crase: Até as 18h, ele não havia chegado – e não Até às 18h, ele não havia chegado.

    Veja a lista de Locuções com e sem crase.
    Veja a regra geral do emprego da crase.


    Esse assunto e muito mais sobre redação, especialmente a destinada às universidades, está em nosso Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica que fornece elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam obstáculos ao trabalho. Dá indicações de procedimentos e sugestões de apresentação dos resultados.
    Edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Disponível para aquisição. Você pode comprar neste link.